Dr. Mark Miravalle Presidente, Vox Populi Mariae Mediatrici – Esclarecimentos sobre a Homilia do Papa Francisco na Festa de Guadalupe, pertinente à “Corredentora”

Tradução do Espanhol ao Português, por este site. 

Abaixo, tradução original do inglês ao Espanhol, pelo Dr. Luiz Béjar Fuentes. 

Texto original em Inglês no site  Mother Off All Peoples

 

Esclarecimentos sobre a Homilia do Papa Francisco sobre Guadalupe, pertinente à “Corredentora”

Artigo original em inglês do Dr. Mark Miravalle – Presidente de Vox Populi Mariae Mediatrici

Traduzido do Inglês ao Espanhol, pelo Dr. Luís Béjar Fuentes – do 5dogmamariano.org

 

Em resposta a artigos recentes sobre os comentários do nosso Santo Padre sobre o titulo “Corredentora” e a possibilidade de um novo dogma mariano fez durante a sua homilia de 12 dezembro de 2019, na Festa de Nossa Senhora de Guadalupe, incluídos no (período on line)CruxNow, se fazem os seguintes esclarecimentos:

As palavras precisas das linhas principais da homilia do Papa Francis, dada em espanhol durante a sua homilia ex tempore, sem roteiro, são as seguintes:

“Fiel ao seu Mestre, que é seu Filho, o único Redentor, ela nunca quis tirar nada de seu Filho. “Ela nunca se presentou como” corredentora. Não. Discípula

Nosso Santo Padre é completamente exato ao afirmar que Maria nunca “apresentou-se” como “corredentora,” nem no contexto da Anunciação, nem nos eventos históricos em Guadalupe, o tema da homilia.

Isso, porém, não em si mesmo não nega a legitimidade doutrinária do título de corredentora quando ele é usado com o seu significado próprio, ao referir-se à participação única de Maria na Redenção histórica realizada por Jesus Cristo, o único Redentor.

Nosso Santo Padre está mais distante preciso quando ele afirma que “Ela nunca quis tirar nada do seu Filho.”

 Felizmente, quando o Papa João Paulo II (e Papa Pio XI antes dele) usaram repetidamente o título “corredentora” para Nossa Senhora. Também não procuraram tirar nada de Jesus e dar-lhe a Maria, mas sim identificar cooperação única de Maria na obra redentora realizada por Cristo.

O título corredentora atribuído a Nossa Senhora, tem sido parte da Tradição da Igreja desde o século XIV, tendo sido corretamente pelos papas, santos, místicos, bispos, clero, teólogos e os fiéis do povo de Deus; inclusive por santos recentes, incluindo São Pio de Pietrelcina, São Maximiliano Kolbe, St. Maria Benedita a Cruz, São Josemaria Escrivá, Santa Teresa de Calcutá́, e novamente o Papa São João Paulo II, para identificar a cooperação inigualável de Nossa Senhora na Redenção.

O título de corredentora pretende representar, em um termo, a doutrina oficial da Igreja da participação inigualável de Maria na Redenção realizada por Jesus Cristo, o único Redentor Divino, que ensina repetidamente no Concílio Vaticano II (Lumen Gentium, 56, 58, 61) e pelo Magistério papal dos últimos três séculos.

O Papa Francisco também confirma firmemente na sua homilia de 12 de dezembro a legitimidade do título: “Mãe de todos”, que foi proposto durante o século passado  (a partir de 1915) como o título geral e da doutrina para uma eventual definição Mariana, já que  atualmente nenhum dos quatro dogmas existentes (Mãe de Deus, Virgindade Perpétua, Imaculada Conceição e Assunção) referem-se a relação direta e materna de Maria com a humanidade como nossa Mãe Espiritual.

Referentemente aos comentários do Santo Padre, com respeito aos novos dogmas em geral, está apresentando atualmente uma certa posição, a qual também ode experimentar um maior desenvolvimento posterior. Este tem sido claramente o caso da posição do Papa Francisco om respeito às aparições em Medjugorje, a qual certamente evoluiu a partir de comentários anteriores, que pareciam ser algo negativos à sua recente postura positiva e sem precedentes, dando licença para peregrinações oficiais a Medjugorje, inclusive antes de encontrar notícias sobre a autenticidade das aparições, o que foi determinante.

O Movimento internacional Vox Populi Mariae Mediatrici, continua orando e trabalhando com alegre antecipação, para um maior desenvolvimento para a possível definição solene do papel materno único de Nossa Senhora em nossa redenção, assim como seu papel doutrinal geral, como Mãe Espiritual de Todos os Povos, em obediência plena ao nosso Santo Padre e ao Magistério da Igreja.

Dr. Mark Miravalle, Presidente, Vox Populi Mariae Mediatrici December 13, 2019

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 Texto de la traducción en Español 

Aclaraciones sobre la Homilía del Papa Francisco sobre Guadalupe, respecto a la “Corredentora”.

Artículo del Dr. Mark Miravalle
Presidente, Vox Populi Mariae Mediatrici

Traducido del Ingles por el Dr. Luis Béjar Fuentes – 5dogmamariano.org

En respuesta a los artículos recientes sobre los comentarios de nuestro Santo Padre sobre el título de “Corredentora” y la posibilidad de un nuevo dogma Mariano, dados durante su Homilía del 12 de diciembre de 2019, en la Fiesta de Nuestra Señora de Guadalupe, incluidos en (el periódico en línea) CruxNow, se hacen las siguientes aclaraciones:

Las palabras precisas de las líneas clave de la homilía del Papa Francisco, dada en español durante su homilía ex tempore sin guion, son como sigue:

 “Fiel a su Maestro, quien es su Hijo, el Redentor único, ella nunca quiso quitarle nada a su Hijo. “Ella nunca se presentó como corredentora . ‘No’. Discípula”.

Nuestro Santo Padre es exacto al afirmar que María nunca “se presentó” como “corredentora”, ni en el contexto de la Anunciación, ni en los acontecimientos históricos de Guadalupe, el tema de su homilía. Sin embargo, esto en sí mismo no niega la legitimidad doctrinal del título de corredentora cuando se usa con su significado apropiado, al referirse a la participación única de María en la Redención histórica realizada por Jesucristo, el único Redentor divino.

Nuestro Santo Padre es aun más preciso cuando afirma que “ella nunca quiso quitarle nada a su Hijo”. Afortunadamente, cuando el Papa San Juan Pablo II (y el Papa Pío XI antes que él), usaron repetidamente el título, “corredentora ”para Nuestra Señora, tampoco buscaron quitarle nada a Jesús y dárselo a María, sino más bien identificar la cooperación única de María en la obra Redentora realizada por Cristo. El título de corredentora atribuido a Nuestra Señora, ha sido parte de la Tradición de la Iglesia desde el siglo XIV, habiendo sido correctamente utilizado por papas, santos, místicos, obispos, clérigos, teólogos y fieles del Pueblo de Dios; incluso de santos recientes como San Pío de Pietrelcina, San Maximiliano Kolbe, Santa María Benedicta de la Cruz, San José María Escrivá, Santa Teresa de Calcuta, y nuevamente, el Papa San Juan Pablo II, para identificar la cooperación inigualable de Nuestra Señora en la Redención.

El título de corredentora busca representar, en un solo término, la doctrina oficial de la Iglesia sobre la participación sin igual de María en la Redención realizada por Jesucristo, el único Redentor Divino, que se enseña repetidamente en el Concilio Vaticano II (Lumen Gentium, 56, 57 , 58, 61) y por el Magisterio papal de los últimos tres siglos.

El Papa Francisco también confirma firmemente en dicha homilía, la legitimidad del título: “madre de todos”, que se ha propuesto durante el siglo pasado (a partir de 1915), como el título general y la doctrina para una posible definición Mariana, ya que actualmente ninguno de los cuatro dogmas existentes (Madre de Dios, Virginidad Perpetua, Inmaculada Concepción y Asunción), se refieren a la relación directa y materna de María con la humanidad, como nuestra Madre Espiritual.

Referente a los comentarios del Santo Padre con respecto a los nuevos dogmas en general, está presentando actualmente una cierta posición, la que también puede experimentar un mayor desarrollo posterior. Este ha sido claramente el caso de la posición del Papa Francisco con respecto a las apariciones en Medjugorje, la que ciertamente ha evolucionado a partir de comentarios anteriores que parecían ser algo negativos, a su reciente postura positiva y sin precedentes, dando permiso para peregrinaciones oficiales a Medjugorje, incluso antes de encontrar noticias sobre la autenticidad de las apariciones, lo que ha sido determinante.

El movimiento internacional Vox Populi Mariae Mediatrici, continúa orando y trabajando con gozosa anticipación, para un mayor desarrollo hacia la posible definición solemne del papel materno único de Nuestra Señora en nuestra redención, así como su rol doctrinal general como Madre Espiritual de Todos los Pueblos, en obediencia plena a nuestro Santo Padre y al Magisterio de la Iglesia.

Dr. Mark Miravalle
Presidente, Vox Populi Mariae Mediatrici 13 de diciembre del 2019.

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