Chamados de Amor e Conversão

06.10.2022 – São Bruno: “Pequeno nada: Tua alma oferendada ao Pai como vítima por amor das intenções dos Sagrados Corações Unidos, intenções das Duas Testemunhas de Deus Pai.”

San Bruno-pt-06.10.2022

Fonte da imagem sem o texto: Catholic News World

6 de outubro de 2022 – CHAMADO DE AMOR E CONVERSÃO DE SÃO BRUNO

 

Audio da Mensagem – Voz de Manoel de Jesus:

 

Louvado seja o Sagrado Coração Eucarístico do Cordeiro de Deus, Nosso Senhor Jesus Cristo!

Pequeno nada:

Tua alma oferendada ao Pai como vítima por amor das intenções dos Sagrados Corações Unidos, intenções das Duas Testemunhas de Deus Pai: a renovação da Igreja e a santidade dos sacerdotes, a conversão do mundo, e que os homens recebam o amor do Coração de Jesus, e o Triunfo da Mãe Co-redentora como a Porta do Reino da Eucaristia.

E todos os sinais que o Espírito te concedeu: estar unido à Paixão de Jesus, as exsudações do Pranto do Coração da Mãe Dolorosa em tuas mãos, e a Encarnação Mística são sinais que acompanham esta missão.

Eu, São Bruno, intercedo por ti, pequeno nada. E também, oro junto a ti, para que a humanidade escute as Duas Testemunhas: a Mulher Vestida de Sol e o Cordeiro.

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém. 

 

São Bruno 

 Breve Sinopse 

Confessor, Sacerdote, Eremita, Monge, Místico, Fundador, Filósofo, Teólogo, Mestre, Conselheiro, escritor eclesiástico e fundador da Ordem dos Cartuxos.

Nasceu em Colônia por volta do ano 1030. Morreu em 6 de outubro de 1101. Costuma-se representa-lo com uma cabeça de morto nas mãos, um livro e uma cruz, ou coroado com sete estrelas; ou com rolo que leva o dispositivo O Bonitas. Sua festa é celebrada em 6 de outubro. 

 

São Bruno-crucifixo

Presbítero, que, natural de Colônia, em Lotaríngia, ensinou ciências eclesiásticas na Gália, mas desejando levar uma vida solitária, com alguns discípulos, instalou-se no isolado vale da Cartucha, nos Alpes, dando origem a uma Ordem que combina a solidão dos eremitas com a vida comum dos cenobitas. Chamado pelo Papa Urbano II a Roma, para ajudá-lo nas necessidades da Igreja, passou os últimos anos de sua vida como eremita no mosteiro de La Torre, na Calábria (1101).

Data da canonização: Seu culto foi aprovado pelo Papa Leão X e logo confirmado pelo Papa Gregório XV no ano de 1623.

Etimologicamente: Bruno = “forte como uma couraça ou armadura metálica” (Brunne, em alemão é couraça).

Este santo tornou-se famoso por haver fundado a comunidade religiosa mais austera e penitente, os monges cartuxos, que vivem em perpétuo silêncio, e nunca comem carne nem bebem bebidas alcoólicas.

Nasceu em Colônia, Alemanha, no ano de 1030. Desde muito jovem demonstrou grandes qualidades intelectuais e aptidões especialíssimas para dirigir espiritualmente os outros. Já aos 27 anos era o diretor espiritual de muitíssimas pessoas importantes. Um de seus dirigidos foi o futuro Papa Urbano II.

Ordenado sacerdote, foi professor de teologia por 18 anos em Reims, e Chanceler do Sr. Arcebispo. Mas quando este morreu, um homem indigno chamado Manassés fez-se eleger arcebispo dessa cidade, e ante seus comportamentos tão imorais, Bruno o acusou perante uma reunião dos bispos, e o Sumo Pontífice destituiu Manassés.

Ofereceram o cargo de Arcebispo ao nosso santo, mas ele não quis aceitá-lo, porque se julgava indigno de tão alto cargo. O destituído, por vingança, fez tirar de Bruno todos os seus bens e queimar várias de seus possessões.

Dizem que naquele tempo, Bruno ouviu uma narração que o impressionou muitíssimo. Contaram-lhe que um homem que tinha fama de ser uma boa pessoa (mas que não era nada santo na vida privada) quando seu funeral estava sendo celebrado, falou três vezes.

A primeira disse: “Fui julgado”. A segunda: “Fui considerado culpado”. A terceira: “Fui condenado”. E diziam as pessoas se haviam assustado muitíssimo e haviam fugido dele, e que o cadáver havia sido jogado no fundo de um rio caudaloso.

Essas narrativas e outros pensamentos muito profundos que ferviam em sua mente, levaram Bruno a afastar-se da vida mundana e dedicar-se totalmente a uma vida de oração e penitência, em um lugar bem distante de todos.

Tendo ainda riquezas abundantes e gozando da amizade de altas personalidades e de uma grande estima entre o povo, podendo, se aceitasse, ser nomeado Arcebispo de Reims, Bruno renunciou a tudo isso e foi como monge para o mosteiro de São Roberto em Molesmes. Mas logo ele sentiu que, ainda que ali se observassem regulamentos muito rígidos, o que ele desejava era silêncio total e isolamento completo do mundo. Por isso que ele dispôs-se ir para um lugar muito mais afastado. Ia fazer uma nova fundação.

São Hugo, Bispo de Grenoble, viu em sonho que sete estrelas o conduziam a um bosque isolado, e que la construíam um farol que irradiava luz por toda as parte.

No dia seguinte chegaram Bruno e seis companheiros para pedir-lhe que indicasse um lugar bem isolado para eles se dedicarem à oração e à penitência. São Hugo reconheceu neles os que havia visto em sonhos e os levou para o monte que lhe havia sido indicado na visão. Aquele lugar chamava-se Cartuja, e os novos religiosos receberam o nome de Cartuxos.

São Bruno elaborou para seus monges um regulamento que talvez seja o mais severo que já existiu para uma comunidade. Silêncio perpétuo Levantar-se à meia-noite para orar por mais de uma hora. Às 5h30 da manhã ir novamente rezar na capela por mais uma hora, todos em coro. O mesmo ao meio-dia e ao pôr do sol.

 

São Bruno-silencio

Nunca comer carne ou beber licores. Receber visitas somente uma vez por ano. Dedicar-se várias horas ao dia ao estudo ou ao trabalhos manuais, principalmente copiar livros. Viver totalmente incomunicáveis com o mundo… É um regulamento para os homens que querem fazer grande penitência pelos pecadores e chegar a um alto grau de santidade.

São Hugo chegou a admirar tanto a sabedoria e santidade de São Bruno que o escolheu como seu diretor espiritual, e cada vez que podia ia ao convento da Cartuja para passar alguns dias em silêncio e oração e pedir conselhos ao santo fundador.

O mesmo Conde Rogério, quem desde o dia em que se encontrou com Bruno pela primeira vez, sentiu por ele uma veneração tão grande, que não deixava de consulta-lo quando tinha problemas muito graves para resolver. E ainda se conta, que certa vez prepararam uma armadilha a Rogério para mata-lo. E em sonho apareceu-lhe São Bruno para lhe dizer que tivesse muito cuidado, e assim logrou livrar-se daquele perigo.

Por aquele tempo, Urbano II havia sido nomeado Papa, que quando jovem havia sido discípulo de Bruno, e ao recordar sua santidade e sua grande sabedoria e seu dom de conselho, o enviou a Roma para servir como seu conselheiro.

Esta obediência foi muito dolorosa para ele, pois teve que deixar sua vida retirada e tranquilo na Cartuja para ir viver no meio do mundo e seus afãs.

Mas obedeceu imediatamente. É difícil calcular a tristeza tão grande que seus monges sentiram quando o viram partir para terras distantes. Vários deles não suportaram sua ausência e foram acompanhá-lo a Roma. E então o conde Rogério obsequiou-lhe uma terra na Itália e lá o santo fundou um novo convento, com os mesmos regulamentos da Cartuxa.

Os últimos anos do santo, os passou entre missões que lhe confiava o Sumo Pontífice e longos períodos no convento dedicado à contemplação e penitência. Sua fama de santo já era muito grande.

***

Fontes consultadas:

https://es.catholic.net/op/articulos/31839/bruno-santo.html#modal

http://www.catholicnewsworld.com

https://anastpaul.com/2017/10/06/saint-of-the-day-6-october-st-bruno-c-1030-1101/

 

 

 

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