23 de março de 2026 – CHAMADO DE AMOR E DE CONVERSÃO DE DEUS ESPÍRITO SANTO
Audio da Mensagem – Voz de Manoel de Jesus:
Os Chamados de Amor e de Conversão são um caminho de transformação interior.
Por isso, essas revelações privadas, que estão a serviço da Igreja e do Santo Evangelho, são as últimas exortações dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria.
Nos Chamados de Amor e Conversão encontra-se o dom da santificação da vida cotidiana(1).
Quem vive profundamente estes Últimos Chamados, se eucaristiza e se imaculatiza, à imagem do Coração Doloroso e Imaculado de Maria, e à imagem perfeita do Sagrado Coração Eucarístico de Deus Filho.
Vivam com o coração este regalo da eterna misericórdia (2): os Últimos Chamados de Amor e de Conversão!
Eu, o Espírito Santo, Deus, os abençoo.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.
Ave Maria Puríssima, concebida sem pecado original.
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1 PAULO VI, BISPO. CONSTITUIÇÃO DOGMÁTICA SOBRE A IGREJA. LUMEN GENTIUM. Números 31, 40
31. Com o nome de leigos designam-se aqui todos os fiéis cristãos, com exceção dos membros da ordem sagrada e dos que pertencem a um estado religioso aprovado pela Igreja. Ou seja, os fiéis que, por terem sido incorporados a Cristo pelo batismo, integrados ao Povo de Deus e tornados participantes, à sua maneira, da função sacerdotal, profética e real de Cristo, exercem na Igreja e no mundo a missão de todo o povo cristão na parte que lhes cabe.
O caráter secular é próprio e peculiar dos laicos. Pois os membros da ordem sagrada, ainda que por vezes possam ocupar-se de assuntos seculares, inclusive exercendo uma profissão secular, destinam-se principal e expressamente ao ministério sagrado em razão de sua particular vocação. Já os religiosos, em virtude de seu estado, prestam um testemunho ilustre e inestimável de que o mundo não pode ser transformado nem oferecido a Deus sem o espírito das bem-aventuranças. Aos leigos cabe, por sua própria vocação, procurar alcançar o reino de Deus, administrando os assuntos temporais e ordenando-os segundo Deus. Eles vivem no século, isto é, em todos e cada um dos deveres e ocupações do mundo, e nas condições ordinárias da vida familiar e social, com as quais sua existência está, por assim dizer, entrelaçada. Lá são chamados por Deus para que, no exercício de sua própria profissão, guiados pelo espírito evangélico, contribuam para a santificação do mundo como se estivessem de dentro, à maneira de fermento. E assim tornem Cristo manifesto diante dos outros, principalmente por meio do testemunho de sua vida, pela irradiação da fé, da esperança e da caridade. Por isso, de maneira singular, a eles cabe iluminar e ordenar as realidades temporais às quais estão intimamente ligados, de modo que se realizem e progridam incessantemente segundo Cristo e sejam para a glória do Criador e do Redentor.
40. O divino Mestre e Modelo de toda a perfeição, o Senhor Jesus, pregou a todos e a cada um de seus discípulos, qualquer que fosse sua condição, a santidade de vida, da qual Ele é o iniciador e consumador: «Sede, pois, vós perfeitos, como o vosso Pai celestial é perfeito» (Mt 5, 48) [122]. Ele enviou a todos o Espírito Santo para que os movesse interiormente a amar a Deus com todo o coração, com toda a alma, com toda a mente e com todas as forças (cf. Mt 12,30) e a amar-se mutuamente como Cristo os amou (cf. Jo 13,34; 15,12). Os seguidores de Cristo, chamados por Deus não em razão de suas obras, mas em virtude do desígnio e da graça divinos e justificados no Senhor Jesus, tornaram-se, pelo batismo, sacramento da fé, verdadeiros filhos de Deus e participantes da natureza divina e, por isso mesmo, verdadeiramente santos. Consequentemente, é necessário que, com a ajuda de Deus, conservem e aperfeiçoem em sua vida a santificação que receberam. O Apóstolo os exorta a viver «como convém aos santos» (Ef 5, 3) e que, como «escolhidos de Deus, santos e amados, se revistam de entranhas de misericórdia, benignidade, humildade, modéstia, paciência» (Col 3, 12) e produzam os frutos do Espírito para a santificação (cf. Gl 5, 22; Rm 6, 22). Mas, como todos caímos em muitas faltas (cf. Tg 3,2), precisamos continuamente da misericórdia de Deus e todos os dias devemos orar: «Perdoai-nos as nossas dívidas» (Mt 6,12) [123].
É, portanto, absolutamente claro que todos os fiéis, de qualquer estado ou condição, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade [124], e essa santidade suscita um nível de vida mais humano, inclusive na sociedade terrena. Na busca dessa perfeição, os fiéis devem empenhar as forças recebidas, na medida da dádiva de Cristo, para que, seguindo as suas pegadas e agindo conforme a sua imagem, obedecendo em tudo à vontade do Pai, se dediquem com toda a sua alma à glória de Deus e ao serviço do próximo. Assim, a santidade do Povo de Deus produzirá frutos abundantes, como demonstra brilhantemente a história da Igreja com a vida de tantos santos.
2 Efésios 2, 4-5:
4 Mas Deus, rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou,
5 estando mortos por causa de nossos delitos, nos vivificou, juntamente com Cristo – pela graça vocês foram salvos
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Eucaristizar – Imaculatizar: explicação dada no Chamado de Amor e de Conversão do Sagrado Coração Eucarístico de Jesus, de 28 de outubro de 2025:
- (…) Eu os chamo a Eucaristizar a vida, isto é, a encher sua vida com a presença, os efeitos e os prodígios da Eucaristia, e a Imaculatizar as obras, a encher suas obras com a Imaculada. (…)
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