Chamado de Amor de Maria

09.04.2026 – Coração Doloroso e Imaculado de Maria: “Imediatamente após a saudação pascal do Arcanjo, apareceu meu Divino Filho ressuscitado e eucaristizado, seu Sagrado Coração vivo e ardente, abraçou meu Coração doloroso na espera, e triunfante no encontro pascal. “

9 de abril de 2026 – CHAMADO DE AMOR E CONVERSÃO DO CORAÇÃO DOLOROSO E IMACULADO DE MARIA

 

Audio da Mensagem – Voz de Manoel de Jesus:

 

Queridos filhos: adorem, louvem e abençoem o Sagrado Coração Eucarístico de Jesus Ressuscitado. 

Amados filhos, a primeira testemunha do Senhor ressuscitado fui Eu, sua Santa Mãe. Estando em meu aposento em oração e em espera no Cenáculo de Jerusalém, recebi em primeiro lugar a saudação pascal do Arcanjo São Gabriel, que, feliz, exultante e luminoso, apareceu diante de mim no aposento e me saudou dizendo:

Rainha do Céu, alegrai-vos, pois Aquele que merecestes levar em vosso ventre imaculado ressuscitou. Regozijai-vos e alegrai-vos, Santa Mãe de Deus.

Imediatamente após a saudação pascal do Arcanjo, apareceu meu Divino Filho ressuscitado e eucaristizado [1], seu Sagrado Coração vivo e ardente, abraçou meu Coração doloroso na espera, e triunfante no encontro pascal. 

Assim, meu Coração também foi transfigurado com o Coração ressuscitado de meu Filho.

E assim nossos Dois Corações, que foram unidos pelo Espírito Santo em Nazaré, são novamente unidos pelo Espírito Santo na Páscoa. 

Por isso, amados filhos, a Aliança dos nossos Dois Corações é uma Aliança Pascal. E todos os meus filhos também devem ser testemunhas desta Páscoa. 

Alegrem-se, meus filhos, pelo triunfo do Cordeiro de Deus [2]. Aleluia. 

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Ave Maria, Puríssima, sem pecado original concebida. 

___________________

[1] Ecclesia de Eucharistia 1, 11 – CARTA ENCÍCLICA ECCLESIA DE EUCHARISTIA DO SUMO PONTÍFICE JOÃO PAULO II. MISTÉRIO DA FÉ:

11. «O Senhor Jesus, na noite em que foi entregue» (1 Cor 11, 23), instituiu o Sacrifício eucarístico do seu corpo e do seu sangue. As palavras do apóstolo Paulo remetem-nos às circunstâncias dramáticas em que nasceu a Eucaristia. Nela está inscrito de forma indelével o acontecimento da paixão e morte do Senhor. Ela não apenas o evoca, mas o torna sacramentalmente presente. É o sacrifício da Cruz que se perpetua pelos séculos.(9) Esta verdade é bem expressa pelas palavras com as quais, no rito latino, o povo responde à proclamação do «mistério da fé» feita pelo sacerdote: «Anunciamos a tua morte, Senhor». A Igreja recebeu a Eucaristia de Cristo, seu Senhor, não apenas como um dom entre muitos outros, ainda que seja muito valioso, mas como o dom por excelência, porque é o dom de si mesmo, de sua pessoa em sua santa humanidade e, além disso, de sua obra de salvação. Esta não fica relegada ao passado, pois «tudo o que Cristo é e tudo o que fez e sofreu pelos homens participa da eternidade divina e domina assim todos os tempos…».(10) Quando a Igreja celebra a Eucaristia, memorial da morte e ressurreição de seu Senhor, este acontecimento central da salvação torna-se realmente presente e «realiza-se a obra da nossa redenção».

(11) Este sacrifício é tão decisivo para a salvação do gênero humano que Jesus Cristo o realizou e voltou ao Pai somente depois de nos ter deixado o meio de participar dele, como se estivéssemos presentes. Assim, todo fiel pode participar dele, obtendo frutos inesgotáveis. Esta é a fé pela qual viveram, ao longo dos séculos, as gerações cristãs. Esta é a fé que o Magistério da Igreja tem reiterado continuamente com alegre gratidão por tão inestimável dom. (12) Desejo, mais uma vez, chamar a atenção para esta verdade, colocando-me convosco, meus queridos irmãos e irmãs, em adoração diante deste Mistério: grande Mistério, Mistério de misericórdia. Que mais poderia Jesus fazer por nós? Na verdade, na Eucaristia, Ele nos mostra um amor que vai «até o fim» (Jo 13, 1), um amor que não conhece medida. Mistério de misericórdia. O que mais Jesus poderia ter feito por nós? Na verdade, na Eucaristia, Ele nos mostra um amor que vai «até o fim» (Jo 13, 1), um amor que não conhece medida.

[2] Ap 19,6–7

E ouvi o ruído de uma multidão imensa, semelhante ao ruído de grandes águas e ao estrondo de fortes trovões. E diziam: «Aleluia, porque o Senhor, nosso Deus Todo-Poderoso, estabeleceu o seu reino!»


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