12 de abril de 2026 – CHAMADO DE AMOR E CONVERSÃO DO SAGRADO CORAÇÃO EUCARÍSTICO DE JESUS
Audio da Mensagem – Voz de Manoel de Jesus:
Shema(1), amado rebanho do meu Sagrado Coração Eucarístico, eu me revelo como o Rei da Misericórdia.
Todas as obras de meu Sagrado Coração: a Igreja, os Sacramentos, o Evangelho, assim como a Obra do Apostolado e a revelação dos Últimos Chamados de Amor e Conversão, são obras de misericórdia.
Ou seja, vim com meu Coração aos homens, que pelo pecado, perderam a graça, e que, com meu sacrifício na Cruz e minha Ressurreição, a graça novamente encontrou o homem para lhe dar santidade e vida eterna.(2)
Por isso, amado Rebanho, como o Sagrado Coração Eucarístico de Jesus Cristo, com o Apostolado e meus Últimos Chamados de Amor e Conversão, a graça da Divina Misericórdia, revelada a Santa Faustina, se renova, se estende e continua.
Sejam apóstolos de meu amor misericordioso, praticando as obras de misericórdia corporais e espirituais, rezando e ensinando a todos a rezar a Coroa da Misericórdia dos Nossos Sagrados Corações Unidos de Jesus e de Maria. (3)
Com o meu amor misericordioso, eu os abençoo.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.
Ave Maria, puríssima, concebida sem pecado original.
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[1] «Shemá» – deriva da palavra hebraica que significa «ouvir» ou «escutar», e é a primeira palavra de Deuteronômio 6:4, onde se encontra o restante do Shema.
Deuteronômio 6:4-5
Ouve, Israel: Iahweh nosso Deus é o único Iahweh. Amarás a Iahweh, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças.
[2] – Salmo 136:
[3] – Magistério: TERCEIRA PARTE. A VIDA EM CRISTO. SEGUNDA SEÇÃO. OS DEZ MANDAMENTOS. CAPÍTULO SEGUNDO «AMARÁS O TEU PRÓXIMO COMO A TI MESMO» – Artigo VI. O amor aos pobres. CCC 2443 -2447:
VI. O amor dos pobres
2443. Deus abençoa os que ajudam os pobres e reprova os que deles se afastam: «Dá a quem te pede; não voltes as costas a quem pretende pedir-te emprestado» (Mt 5, 42). «Recebestes gratuitamente; pois dai também gratuitamente» (Mt 10, 8). É pelo que tiverem feito pelos pobres, que Jesus reconhecerá os seus eleitos (193). Quando «a boa-nova é anunciada aos pobres» (Mt 11,5) (194), é sinal de que Cristo está presente.
2444. «O amor da Igreja pelos pobres […] faz parte da sua constante tradição» (195). Esse amor inspira-se no Evangelho das bem-aventuranças (196), na pobreza de Jesus (197) e na sua atenção aos pobres (198). O amor dos pobres é mesmo um dos motivos do dever de trabalhar: para «poder fazer o bem, socorrendo os necessitados» (199). E não se estende somente à pobreza material, mas também às numerosas formas de pobreza cultural e religiosa (200).
2445. O amor dos pobres é incompatível com o amor imoderado das riquezas ou com o uso egoísta das mesmas:
«E agora, ó ricos, chorai em altos brados por causa das desgraças que virão sobre vós. As vossas riquezas estão podres e as vossas vestes roídas pela traça. O vosso oiro e a vossa prata enferrujaram-se e a sua ferrugem servirá de testemunho contra vós e devorará a vossa carne como o fogo. Entesourastes, afinal, para os vossos últimos dias! Olhai que o salário que não pagastes aos trabalhadores que ceifaram os vossos campos está a clamar: e os clamores dos ceifeiros chegaram aos ouvidos do Senhor do universo! Tendes vivido na terra entregues ao luxo e aos prazeres, cevando assim os vossos apetites para o dia da matança! Condenastes e destes a morte ao inocente, e Deus não vai opor-se?» (Tg 5, 1-6).
2446. São João Crisóstomo lembra com vigor: «Não fazer os pobres participar dos seus próprios bens é roubá-los e tirar-lhes a vida. Não são nossos, mas deles, os bens que aferrolhamos» (201). «Satisfaçam-se, antes de mais, as exigências da justiça e não se ofereça como dom da caridade aquilo que é devido a título de justiça» (202):
«Quando damos aos indigentes o que lhes é necessário, não lhes ofertamos o que é nosso: limitamos a restituir-lhes o que lhes pertence. Mais do que praticar uma obra de misericórdia, cumprimos um dever de justiça» (203).
2447. As obras de misericórdia são as acções caridosas pelas quais vamos em ajuda do nosso próximo, nas suas necessidades corporais e espirituais (204).Instruir, aconselhar, consolar, confortar, são obras de misericórdia espirituais, como perdoar e suportar com paciência. As obras de misericórdia corporais consistem nomeadamente em dar de comer a quem tem fome, albergar quem não tem tecto, vestir os nus, visitar os doentes e os presos, sepultar os mortos (205). Entre estes gestos, a esmola dada aos pobres (206) é um dos principais testemunhos da caridade fraterna e também uma prática de justiça que agrada a Deus (207):
«Quem tem duas túnicas reparta com quem não tem nenhuma, e quem tem mantimentos, faça o mesmo» (Lc 3, 11). «Dai antes de esmola do que possuis, e tudo para vós ficará limpo» (Lc 11, 41). «Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e precisarem do alimento quotidiano, e um de vós lhe disser: “Ide em paz; tratai de vos aquecer e de matar a fome”, mas não lhes der o que é necessário para o corpo, de que lhes aproveitará?» (Tg 2, 15-16) (208).
Fonte do texto do Catecismo acima: Vaticano
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