4 de julho de 2026 – CHAMADO DE AMOR E CONVERSÃO DO CORAÇÃO DOLOROSO E IMACULADO DE MARIA
Áudio da Mensagem – voz de Manoel de Jesus:
Adorado seja o Sagrado Coração Eucarístico de meu Filho Jesus.
Filhos: todos vocês, cada um de vocês, são muito amados pela Santíssima Trindade[1]; são uma bela criação de Deus Pai, Terno e Misericordioso. São almas redimidas pelo Sagrado Coração Eucarístico de meu Filho Jesus Cristo. E são santificadas a cada momento pelo Espírito Santo.
São tão amados, que meu Filho Jesus fundou a Igreja por vocês, instituiu os sacramentos para a salvação de vocês e permanece todos os dias no Santíssimo Sacramento da Eucaristia.
São tão amados, que me envia, sua Mãe do Céu, para transmitir a vocês as palavras do Coração de meu Filho, através de meus Chamados de Amor e de Conversão. E são tão amados por mim, sua Mãe Celestial[2].
Como a Mulher Vestida de Sol, como a Virgem do Apocalipse, como o Coração Doloroso e Imaculado de Maria, vim reunir todos os meus filhinhos sob meu manto de sol.
Filhos muito amados: dou-lhes minha bênção maternal.
Em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém. Ave Maria, Puríssima, concebida sem pecado original.
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[1] CCC 221: Mas São João irá ainda mais longe ao afirmar: “Deus é Amor” (1 Jo 4, 8.16); o próprio ser de Deus é Amor. Ao enviar, na plenitude dos tempos, seu Filho único e o Espírito de Amor, Deus revela seu segredo mais íntimo: Ele mesmo é uma eterna comunicação de amor: Pai, Filho e Espírito Santo, e nos destinou a participar dele.
[2] CARTA ENCÍCLICA REDEMPTORIS MATER DO SUMO PONTÍFICO JOÃO PAULO II SOBRE A BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA NA VIDA DA IGREJA PEREGRINA 42.
O Concílio Vaticano II, seguindo a Tradição, lançou nova luz sobre o papel da Mãe de Cristo na vida da Igreja. A Bem-Aventurada Virgem, pelo dom da maternidade divina, com o qual está unida ao Filho Redentor, e por suas graças e dons singulares, está também intimamente unida à Igreja. A Mãe de Deus é um modelo da Igreja, a saber: na ordem da fé, da caridade e da união perfeita com Cristo”. Já vimos anteriormente como Maria permanece, desde o início, com os apóstolos à espera do Pentecostes e como, sendo “feliz aquela que acreditou”, ao longo das gerações ela está presente no meio da Igreja peregrina por meio da fé e como modelo da esperança que não decepciona (cf. Rm 5, 5).
Maria acreditou que se cumpriria o que o Senhor lhe havia dito. Como Virgem, ela acreditou que conceberia e daria à luz um filho: o “Santo”, a quem cabe o nome de “Filho de Deus”, o nome de “Jesus” (Deus que salva). Como escrava do Senhor, ela permaneceu perfeitamente fiel à pessoa e à missão desse Filho.
Como mãe, “acreditando e obedecendo, gerou na terra o próprio Filho do Pai, e isso sem conhecer homem, coberta pela sombra do Espírito. É honrada com o título de Mãe de Deus, a cujo amparo, os fiéis, em todos os seus perigos e necessidades acodem com suas súplicas”. Esse culto é totalmente especial: contém em si e expressa aquele vínculo profundo que existe entre a Mãe de Cristo e a Igreja. Como virgem e mãe, Maria é para a Igreja um “modelo perene”. Pode-se dizer, então, que, sobretudo sob esse aspecto, ou seja, como modelo ou, melhor dizendo, como “figura”, Maria, presente no mistério de Cristo, está também constantemente presente no mistério da Igreja. De fato, também a Igreja “é chamada de mãe e virgem”, e esses nomes têm uma profunda justificativa bíblica e teológica.
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