Da Coordenação Mundial Geral – 20/06/2026
Apresentação do Testamento do Sagrado Coração Eucarístico de Jesus
Queridos irmãos e irmãs, amados apóstolos dos Sagrados Corações Unidos de Jesus e de Maria:
Com espírito de fé, humildade e profunda gratidão, nos reunimos para receber um dom muito especial do Céu: o Testamento do Sagrado Coração Eucarístico de Jesus.
Não estamos diante de um simples documento, nem de mais uma reflexão para nossa vida espiritual. Estamos diante de uma exortação nascida do Amor Divino, um chamado paternal que brota do Coração de Jesus para cada um de nós, para nossas famílias, nossos Cenáculos, nossos Ramos, nossos Ministérios e para toda a Obra Magna dos Sagrados Corações Unidos.
Por isso, pedimos que o recebam com um coração aberto, dócil e disponível. Que não o ouçam superficialmente nem o leiam apressadamente. O próprio Jesus nos convida a fazer uma pausa, a examinar nossa vida, nossas atitudes, nosso serviço, nossas relações fraternas e nossa resposta pessoal a esse chamado de amor.
Hoje, gostaríamos de lhes pedir três atitudes fundamentais diante deste Testamento:
Primeiro: uma atenção profunda.
Ouçamos cada palavra como se fosse dirigida pessoalmente a nós. Evitemos pensar em quem deveria mudar ou em quem precisa ouvir esta mensagem. Permitamos que seja o nosso próprio coração o primeiro a ser interpelado.
Segundo: uma meditação profunda.
Não basta conhecer o conteúdo; devemos orá-lo. Cada exortação, cada correção e cada conselho deve se tornar motivo de diálogo com Deus. Perguntemo-nos: o que Jesus está me dizendo? Que aspecto da minha vida Ele deseja transformar? Que conversão concreta Ele está me pedindo?
Terceiro: uma busca sincera por soluções.
Este Testamento não foi entregue para gerar discussões nem julgamentos, mas para produzir frutos de conversão. Onde houver divisões, busquemos a reconciliação. Onde houver indiferença, cultivemos a proximidade. Onde houver falta de comunicação, construamos pontes. Onde houver feridas, semeemos amor e misericórdia.
Irmãos: o mundo precisa de testemunhos autênticos de amor cristão. Jesus nos recorda que nossa unidade, nossa comunhão e nossa caridade fraterna serão o sinal mais credível de que pertencemos a Ele.
Por isso, recebamos este Testamento com reverência e responsabilidade. Que cada palavra encontre eco em nossa consciência e produza frutos concretos em nossa vida cotidiana.
Peçamos ao Espírito Santo que ilumine nossa inteligência, abra nosso coração e nos conceda a coragem de responder com generosidade a este chamado.
Que o Sagrado Coração Eucarístico de Jesus, o Coração Doloroso e Imaculado de Maria e o Casto e Amante Coração de São José nos concedam a graça de viver este Testamento não apenas com palavras, mas com obras concretas de amor, unidade, serviço e santidade.
Amém.
Coordenação Mundial Geral do Apostolado dos Sagrados Corações Unidos de Jesus e de Maria
19 de junho de 2026 – CHAMADO DE AMOR E DE CONVERSÃO DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS
Testamento do Sagrado Coração Eucarístico de Jesus
Que a paz e a alegria estejam com vocês, minhas filhas e meus filhos, da parte de Nossos Sagrados Corações, unidos pelo Espírito Santo.
Assim como, desde o princípio, o Pai, o Filho e o Espírito Santo somos um, seguindo o caminho do Plano de Salvação, esta amada Santíssima Trindade prestou testemunho de seu amor por meio dos Três Sagrados Corações:
Meu Sagrado Coração Eucarístico, o Coração Doloroso e Imaculado da minha Santa Mãe e o Casto e Amante Coração do meu pai, segundo a lei, São José.
Os Três Corações da Sagrada Família são um testemunho do amor da Santíssima Trindade, e esses Três Corações já estavam inscritos em um Plano de Salvação por meu Pai Terno e Misericordioso. E o plano consistia em reparar a desobediência de Adão e Eva com a obediência de meu Coração de Filho-Deus, através da encarnação na criatura mais pura, mais imaculada e mais santa que o Espírito Santo formou. Assim que, tomando através desta criatura humana, mas ao mesmo tempo imaculada, o Espírito Santo me gerou no ventre dessa Imaculada Mamãe.
O Espírito Santo me depositou nas entranhas da Virgem, e Ele mesmo foi moldando toda a gestação, recebendo Eu toda a minha humanidade de minha Mãe: seu sangue, sua carne, por meio do sopro criador do Espírito. Dessa forma, meu Coração e o Coração da minha Santa Mãe, ambos foram unidos no Espírito, fundidos em um mesmo fogo, e preenchidos por um mesmo amor, de modo que nossos Dois Corações sempre estiveram juntos, não apenas fisicamente, mas, e ainda mais importante, juntos no constante “Fiat” ao Pai Terno e Misericordioso.
E é este “Fiat” misericordioso que Eu, hoje, desejo entregar ao meu Apostolado dos Sagrados Corações Unidos de Jesus e de Maria.
Entrego-lhes meu Testamento Espiritual, que deveria bastar com os Estatutos, contidos no Tratado ditado ao meu pobre instrumento.
No entanto, desejo fazer uma síntese do Tratado neste Testemunho Espiritual que lhes deixo pela boca de meu profeta.
O Apostolado dos Sagrados Corações Unidos foi fundado por Deus Pai, Terno e Misericordioso, em Gênesis 3,15.
No dia em que o homem e a mulher desobedeceram, o Pai apresentou o remédio para essa desobediência: a mulher que, com seu Filho, esmagaria a cabeça da serpente. Desde então, a união dos Dois Corações já estava profetizada. E, ao longo de todas as Escrituras profetas, Salmos, Evangelhos, podem contemplar como nossos Dois Corações sempre foram anunciados como unidos. E no Evangelho cumpriu-se a profecia da Virgem que daria à luz ao Emanuel.
Por isso, chegada à plenitude dos tempos, Deus Pai enviou seu único Filho, nascido de mulher, mas não de qualquer mulher, senão da imaculada. Minha Mãe foi a primeira imaculatizada, a que nunca pecou, e que foi concebida sem pecado de origem, a limpa desde sua criação, até sua coroação no Céu.
Filhos amados, isto é o Apostolado: a vida de nossos Dois Sagrados Corações, como um caminho de salvação, de conversão, de santidade.
Por isso, chamamos ao Apostolado de nossa Obra Magna.
Por quê? Porque isso foi anunciado desde a Sagrada Escritura, foi anunciado pelos santos e profetas, foi anunciado por meio dos místicos da Igreja e por meio das obras apostólicas que foram fundadas em honra aos Nossos Sagrados Corações, em honra à nossa Divina Misericórdia, em honra à Cruz, em honra à minha Paixão, em honra à minha Mãe.
Ou seja, meu filho, todas as devoções ao longo da história humana da Igreja encontraram agora sua plenitude, sua realização, seu sentido pleno.
O Apostolado não vem para abolir, não vem para destruir, não vem para roubar. Vem para dar o sentido pleno a todas as obras fundadas por santos, por místicos, por profetas. Viemos para dar o sentido pleno à sua vida de fé, através do Apostolado, por meio dos Doze Ramos e dos ministérios.
Não há, meus filhos, e vocês devem sabê-lo, não há justificativa alguma, para que o mundo não se una à minha Obra Magna.
As crianças são chamadas, os jovens são chamados, os enfermos são chamados, os pobres são chamados. Todos os religiosos e religiosas, independentemente de seu santo instituto, são chamados a viver essa espiritualidade. Todos os sacerdotes, diocesanos e religiosos, são chamados a viver este santo carisma.
Não há, então, portanto, minhas filhas e filhos meus, justificativas para não se unirem ao meu Apostolado. Não há escusa válida para não viver a espiritualidade dos nossos Dois Sagrados Corações Unidos.
E isto, por favor, devem ter muito em conta, muito presente. Não há justificativa para não ser da Obra Magna de Jesus e de Maria.
Agora, como parte deste testemunho e Testamento Espiritual que meu Sagrado Coração Eucarístico lhes entrega, quero que vocês não apenas ouçam, não apenas leiam, não apenas guardem e, o pior e isso sempre acontece: não se esqueçam destes conselhos que lhes darei.
O Apostolado dos Sagrados Corações Unidos foi fundado por Deus Pai Terno e Misericordioso, como a Aliança do Filho com a Mãe que destruiria a serpente.
Logo, essa Aliança a profetizaram os profetas, e depois, por Jesus crucificado. Antes de dizer ao Pai que tudo já estava consumado, Ele clama primeiro ao coração do Pai: Mãe, Mulher, eis aí teu Filho.
Foi depois desta Palavra que minha humanidade exalou seu último suspiro e partiu para o Pai, e meu Corpo Divino foi depositado no sepulcro.
Tudo estava consumado, até que dei a minha Santa Mamãe como Mãe para todos os filhos das minhas Chagas, do meu Sangue, da minha Cruz, da minha Igreja.
Portanto, esse é o primeiro caminho do Apostolado: a reciprocidade. Assim como Eu me doo à minha Mãe e minha Mãe se doa à Mim, assim o membro do Apostolado todos os dias, deve doar-se sem intenções egoístas, aos Nossos Dois Sagrados Corações.
E como se doa aos Nossos Dois Sagrados Corações?
Rezando as devoções que lhes ditamos, as orações para os Últimos Tempos, e vivendo a Eucaristia e a Confissão.
Alimentando-se assim, é então que poderão doar-se aos demais.
Não podem dar aos outros sua humanidade, suas atitudes, suas palavras, seus comentários, seus comportamentos – muitas vezes humilhantes e muitas vezes que ferem. Não podem causar dor aos seus irmãos no Apostolado.
A Coordenação Mundial Geral deve ser um sinal de amor, um sinal de comunhão, um sinal de unidade, um sinal de santidade e um exemplo vivo de serem Chamados do Amor e da Conversão vivos. A Coordenação Mundial Geral deve ser o primeiro modelo de um amor verdadeiro.
Todos os Coordenadores, todos os Ramos, todas as Cruzadas, todos os Cenáculos, todos os Ministérios devem ser amparados, apoiados, aceitos, estimados, amados e protegidos como filhos, pela Coordenação Mundial Geral.
Mas todas as Cruzadas, todos os Ramos, todas as Fraternidades, todos os Cenáculos, todos os membros da Obra Magna devem estar conscientes de que são filhos amados, filhos acolhidos, filhos ouvidos, filhos valiosos. E, portanto, a partir desse sentimento de se sentirem amados, devem se comunicar.
Para que o amor cresça, deve haver comunicação. Sem comunicação na minha Obra Magna, o amor não crescerá. E não se trata da comunicação baseada na ofensa e na humilhação. Mas da comunicação voltada para o trabalho apostólico e para nos ajudarmos mutuamente a viver a santidade. É essa comunicação que Eu, o seu Jesus, lhes suplico, lhes imploro, lhes peço que ponham em prática.
Que todos os Cenáculos se sintam conectados, atendidos, visitados, evangelizados e formados. Que os Cenáculos estejam unidos às suas Coordenações Zonais, caso possuam uma Coordenação Regional. Mas também devem estar unidos à Coordenação Regional ou Estadual. E também as Coordenações Estaduais ou Regionais devem estar unidas à Coordenação Nacional. E a Coordenação Nacional deve estar unida à Coordenação Mundial de seu Ramo, de sua Cruzada, de sua Fraternidade, de seu Ministério e à Coordenação Mundial Geral.
Este é o caminho do amor que lhes peço. Esta é a comunicação que lhes rogo, Coordenação Mundial. E nenhuma coordenação — seja mundial, nacional, regional ou de cenáculo — pode menosprezar as iniciativas de crescimento do Apostolado.
É lógico que as iniciativas estejam em conformidade com o Estatuto do Apostolado. Mas nenhuma coordenação, ao perceber que uma iniciativa trará bons frutos para a Obra e que está em conformidade com os Estatutos, tem o direito de desmotivar, desanimar e, pior de tudo, ferir a fé de seus semelhantes.
A comunicação das Coordenações e dos Cenáculos deve fluir em direção à Coordenação Mundial Geral, e em seguida, reciprocamente, deve chegar às pequenas comunidades. Somente com a comunicação o amor crescerá e o Apostolado será melhor vivido.
Passo agora a outro assunto muito importante.
O Apostolado dos Sagrados Corações Unidos é uma obra aberta ao mundo inteiro.
Não há desculpas para que alguém, ao ouvir falar do Apostolado, não queira e não aceite fazer parte dele, pois no Apostolado todos são chamados a participar. Desde o Santo Padre Leão, na própria Fraternidade Sacerdotal, até a criança recém-nascida no Exército Branco, ou na Cruzada Familiar, ou na Cruzada Pró Vida.
Veja, meu filho, o Apostolado abarca todas as áreas da vida humana, e por isso, não há desculpa para rejeitar a minha Obra Magna.
Se alguém ou muitos estão no Apostolado simplesmente por amor a um sacerdote, por amor a um pregador, por amor a uma determinada situação, estão no caminho errado. Pois no Apostolado deve-se estar por amor ao próprio Apostolado.
Simplesmente, com essa explicação, quero dizer: abençoe o sacerdote, a pessoa ou as circunstâncias que te trouxeram ao Apostolado e abençoa-as com amor, com gratidão, com alegria no coração. Mas permanece no Apostolado. Não por causa daqueles que o trouxeram até aqui. Permanece no Apostolado pela convicção de que crês no Apostolado. Não depositando tua convicção em ninguém, mas em tua própria fé na minha Obra Magna. É nessa fé que deves permanecer no meu Apostolado.
Muitos estão e muitos ainda não creem na minha Obra. A eles faço um chamamento: se estão na minha Obra, permaneçam não seguindo a ninguém. Permaneçam por convicção na minha Obra.
Minhas amadas Coordenações: este outro ponto é importante para vocês.
Vocês devem trabalhar em equipe. Na minha Obra Magna, ninguém é mais do que ninguém. Há alguém que está abaixo de todos vocês. Não acima, mas abaixo, como o mais humilde dos servos: meu pobre instrumento.
Por isso lhes digo: no meu Apostolado, ninguém é mais do que outro. Todas as coordenações devem estar unidas. As coordenações devem trabalhar em conjunto. Quem não pode trabalhar em equipe não pode ser servidor do Apostolado. Pois o Apostolado é constituído por equipes para o trabalho em comunhão, não para o trabalho em solidão.
Quem não quiser trabalhar com seus irmãos, é melhor que, com humildade, diga que não quer trabalhar com seus irmãos. Pois o Apostolado é um trabalho de equipes, de equipes. Ninguém é mais do que ninguém. Ninguém é líder. Ninguém é chefe, Ninguém é superior. Somente o meu Sagrado Coração é a cabeça desta Obra.
Amadas coordenações: de uma vez por todas lhes peço: concentrem-se no trabalho. É necessário começar a trabalhar de verdade.
Não quero postos de serviço em que os Coordenadores, Vice Coordenadores, Diretores Espirituais, Tesoureiros ou Secretários estejam ausentes.
Filhos meus: não quero e não vou tolerar que haja servidores ausentes de seus irmãos. É um trabalho em equipe.
O Apostolado é um trabalho em equipe e, para levá-lo bem à cabo, devem aprender a conduzir o trabalho em equipe com a comunicação, com a caridade e com o amor.
Cuidando das palavras com que falam aos seus irmãos. Cuidando as atitudes com que falam à alma de seus irmãos. Tranquilizando as condutas com os quais ferem a seus irmãos.
Solenemente e com muita urgência, digo-lhes: não quero coordenações divididas. Não quero coordenações divididas. Não quero coordenadores que não falem com outros coordenadores. Não quero coordenadores que se irritem quando sua ideia não é a mais viável e desejem impô-la à força. Não quero coordenadores que abusem de sua autoridade. Não quero coordenadores que não falem uns com os outros. Não quero equipes de coordenação divididas e que dividam. Não quero coordenadores que passem o tempo dividindo minha Obra Magna.
De uma vez por todas, lhes digo: não quero membros em meu Apostolado que somente dividam e não saibam trabalhar em equipe, nem respeitar seus irmãos com delicadeza e com amor.
Oh, minha amada Obra Magna, te quero pura, te quero santa, te quero livre, te quero grande, Mas o orgulho de uns, as fofocas de outros, a prepotência de alguns, e o fechamento de muitos outros a mantêm freada, te mantêm ferida.
Não quero que nas coordenações haja divisão por diferença de ideias. Ainda que todos tenham uma ideia, conversem sobre todas as suas ideias, escolham a melhor joia que surgir dessa comunhão, e a coloquem em prática. Mas não quero coordenadores que se irritem, que se dividam e que falem mal.
Todos os Cenáculos são importantes para mim. Não há cenáculos-mãe. Eles não existem nos Estatutos. E se houvesse um cenáculo-mãe, só poderia ser o Cenáculo do Jardim dos Sagrados Corações. E nem mesmo esse é o cenáculo-mãe, é o Santuário do Apostolado, mas não é o cenáculo-mãe. Não quero palavras nem atitudes de arrogância que selecionem alguns cenáculos e menosprezem outros cenáculos e outros ramos. Não há cenáculos-mãe. Todos os cenáculos são igualmente importantes para Mim e para minha Mãe. Não há cenáculos-mãe.
Todos os Cenáculos são importantes. E os Coordenadores Nacionais devem fazer visitas pastorais rotativas aos cenáculos. Os coordenadores dos Cenáculos das Cruzadas, do Ramo das Fraternidades e dos Ministérios devem se alternar.
Não somente devem encerrar-se na paróquia onde os coordenadores se reúnem. Devem mover-se, meus filhos. Têm que mover-se para visitar os outros Cenáculos.
Elaborem uma agenda de quantos Cenáculos existem em cada país, e criem um cronograma de visitas pastorais a esses Cenáculos. Façam rodízio, revisem, visitem, vão a cada Cenáculo, e em uma agenda anual, podem anotar: na data ‘x’, visito o Cenáculo de ‘x’ local.
Mas não quero coordenadores sentados em um Cenáculo sem sair para vigiar, tocar, sentir e amar seus outros irmãos. Não quero isso.
A Coordenação Mundial Geral, as Coordenações de cada Fraternidade, de cada Ramo, de cada Cruzada, as Coordenações Mundiais dos Ministérios devem realizar visitas apostólicas aos seus Cenáculos.
A Coordenação Mundial de um Ramo deve visitar os próprios países onde seu Ramo está presente. E a Coordenação Nacional deve visitar os Cenáculos espalhados por seu país. E um Cenáculo com outro Cenáculo, devem, periodicamente, realizar atividades em juntos.
Portanto, declaro como está nos Estatutos. Mas o digo para que vocês entendam com minhas palavras.
As coordenações, todas as coordenações: Geral Mundial, mundiais, nacionais, regionais, todas as coordenações devem realizar visitas pastorais aos seus Cenáculos, encontrar-se com seu rebanho, fazer um informe de trabalho, verificar como estão trabalhando, incentivá-los no trabalho, e garantir que realizem o trabalho.
Volto a repetir solenemente: não quero coordenações sentadas. Não quero coordenadores ausentes. Não quero que nenhum Cenáculo, nem grupo, nem Ramo do Apostolado se sinta mais importante do que outro. Isso eu não vou permitir. Todos são importantes para Nossos Dois Corações.
E é por isso mesmo que lhes pedimos que se espalhem pelo mundo, porque todos, todos têm o mesmo valor. Todos devem lançar as redes para que a minha Obra se estenda.
Os músicos, com a música em Mater Christi, os que puderem com a ajuda digital, difundindo o chamado.
Como já disse à Coordenação Mundial, em chamados anteriores, é necessário trabalhar levando a minha Obra aos meios digitais sem medo.
Também pedi a todos que pratiquem as obras de misericórdia corporais e espirituais, e que se empenhem na criação dos Centros Espirituais do Apostolado, que são oficialmente denominados no Tratado: Cenáculo dos Sagrados Corações Unidos. Esse é o título dos Centros de Espiritualidade: Cenáculo dos Sagrados Corações.
Este é o meu Testamento Espiritual, amada Obra de meu Coração.
São uma Obra Magna nascida do Coração do Pai desde o Gênesis.
A Obra foi revelada como um caminho de salvação em 15 de julho de 2013, com a primeira aparição do Coração Doloroso Imaculado de Maria.
A Obra, em seus ramos, contempla todos os gêneros de vida. Portanto, não há desculpa alguma; nem uma, para não fazer parte do Apostolado. Pois todo o universo está compreendido em cada Ramo. Não há desculpas para rejeitar nossos Sagrados Corações e a Obra do Apostolado.
As Coordenações Mundiais, Gerais, Nacionais, Regionais e os Cenáculos devem aprender a construir a Civilização do Amor, com a comunicação, e falando-se de maneira amorosa e gentil.
Os coordenadores devem sair de sua zona de conforto e visitar os Cenáculos de Oração espalhados por seu país ou pelo mundo. Pois todos os Cenáculos são importantes. Não há um mais importante que o outro. E nenhum Cenáculo é “mãe” de nada. Todos são importantes.
Não quero coordenadores ausentes. Não quero fofocas, boatos, histórias inventadas, calúnias, falso testemunho, nem divisores na minha Obra Magna. Não quero pessoas que dividam, não as quero na minha Obra. E se quiserem continuar na minha Obra, a condição está estabelecida, pois a conversão do coração não é nada de outro mundo.
Todo coordenador deve estar presente em seu serviço junto aos irmãos. E não apenas por meio dos canais digitais, mas também comparecendo pessoalmente, elaborando um Plano Pastoral de trabalho e entregando um relatório às Coordenações Mundiais após cada missão.
Mas não quero coordenadores ociosos. E se um coordenador não quiser mais continuar, que entregue humildemente seu ofício para que outro coordenador dê continuidade à sua missão.
Mas a minha Obra já não pode, já não deve mais, já não tem mais por que continuar sendo paralisada por atitudes imaturas e egoístas, fechadas em suas paixões mentais e emocionais, motivadas por uma palavra ou por um gesto. Em vez de aceitar a dor e o sofrimento como meio de santificação, o tomam como um ataque ao ego, ao “eu”, ao orgulho.
Tudo isso, meus filhos e minhas filhas, lhes digo por que devem, de uma vez por todas, amadurecer. Amadurecer.
Quero que meu Apostolado tenha um trato humano com meus filhos, com meus apóstolos; que se aproximem de seus apóstolos dos Cenáculos e dos Ramos quando estes estiverem doentes e lhes levem oferendas.
Que se aproximem de seus apóstolos quando precisarem de ajuda, de um conselho, de consolo, de uma oração, de um Cenáculo em casa por algum motivo especial.
Quero que os coordenadores se aproximem de seus apóstolos, que cada Cenáculo comemore o aniversário de seus membros ou o aniversário de casamento de seus membros. Mas que isso não passe despercebido. Que sejam comemorados os aniversários de seus membros. Façam com que todos se sintam importantes, já que nem todos podem me ver nem me ouvir. Portanto, façam por Mim o favor de que eles se sintam amados, importantes e valiosos por meio desses gestos. Celebrem-nos em seus aniversários, celebrem-nos em seus casamentos, celebrem-nos quando alcançarem metas, acompanhem-nos em momentos de luto e de doença. Façam com que os meus apóstolos de seus Ramos se sintam amados, valiosos, que são um presente de Deus.
Celebrem-nos. Elaborem um calendário, para que sejam comemorados e eles se sintam importantes e valorizados, reparando assim a falta de amor no mundo. Não continuem trabalhando com o coração endurecido. Não continuem trabalhando com arrogância. Não continuem trabalhando com espírito de superioridade. Não continuem trabalhando sentindo-se mais que os outros. Não continuem trabalhando acreditando que são mais ressentidos que os demais, ou mais molestados. Não, minhas filhas e meus filhos, não continuem trabalhando deste modo.
Peçam perdão a quem devem pedir perdão. Sejam humildes. Não quero coordenações divididas Não quero coordenações que não se falem. Não quero coordenadores que se descuidem de seus Cenáculos e de seus Ramos. Não quero que descuidem da fé de minha gente. Não quero um apostolado frio, igual para todos e sem amor. Não pode ser assim.
O Apostolado é Obra dos Dois Corações. Os Dois Corações são fonte de amor. E, portanto, no Apostolado o que deve reinar é o amor. Se vocês, meus filhos, retirarem o amor do Apostolado, vão fazer igual que todos os outros, e o mundo já está cansado do que é igual. O mundo já está cansado do mesmo.
Por isso, novamente lhes digo: o mundo vai crer em vocês se vocês se amam. Se vocês se comportam como os do mundo, então os do mundo dirão: “São iguais a nós, não vale a pena estar aqui”, porque já estão cansados do mesmo.
Por isso, com este Testamento Espiritual, quero lhes dizer que não continuem com o mesmo. O mundo está cansado do mesmo. E aqueles que vêm de fora não querem encontrar o mesmo, querem encontrar a Mim, querem encontrar minha Mamãe Maria, querem encontrar o amor, porque no mundo ele não existe. No Apostolado é que ele deve estar.
Por isso, novamente lhes digo: o mundo está cansado do mesmo. E vocês não podem, não devem e não têm por que continuar fazendo o mesmo que faz o mundo.
Amada aliança: já não quero mais divisões nos coordenadores. Já não quero orgulhos. Já não quero que haja coordenadores que não se falem com os outros. Já não quero mais sacerdotes que compitam pelo poder. Já não quero mais coordenadores ou membros do Apostolado que não sejam capazes de pedir perdão e de serem humildes.
Todo o meu Apostolado está chamado ao serviço, ao amor, à caridade.
Todo o meu Apostolado está chamado a ser mais humano no Amor Divino. E quero que os coordenadores saiam de sua zona de conforto e vão visitar seus irmãos.
Por favor, façam-lhes saber que no Apostolado não há Cenáculos-Mãe. Não há Cenáculos nem Ramos com méritos. Que todos são iguais, e que todos são necessários, que todos são importantes, que ninguém é mais do que outro no Apostolado. Façam-nos saber muito claro.
Chamo a todos os coordenadores a começarem a mover-se e sair de sua zona de conforto, para a visitarem seu rebanho, a visitarem seu Cenáculo, a traduzir os Chamados para seus idiomas, a se prepararem para dar catequeses em seus próprios idiomas, a difundirem o Chamado por todos os meios, por todas as redes. E que, em cada língua, cada língua difunda o Chamado e, em sua língua, participem nas devoções diárias.
Minha amada Secretária, este documento deve ser nomeado como o:
Testamento do Sagrado Coração Eucarístico de Jesus.
Uma exortação urgente, mas amorosa, de Jesus ao Apostolado.
Podes detalhá-lo, podes dividi-lo, mas, por favor, entrega este Testamento ao meu Apostolado, especialmente, especialmente a todas as coordenações. Que elas decidam se desejam compartilhá-lo com seus grupos, mas meu Testamento Espiritual deve chegar a todas as coordenações.
E vocês, minha amada aliança, permaneçam um. Que ninguém e nada os divida. Vocês sejam um, e mantenham-se assim, e demonstrem com atos concretos, com amor e comunidade, que são um.
Eu os envio em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
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